Viva as diferenças!

Uaaaaau, hein? Que bela rosa…azul!

Que lindo ser diferente, não? Que lindo ter opinião, ser bem posicionada, saber do que se gosta, não?

Você se sente esquisita assim? Não!!!! Mude essa chavezinha para o outro lado! Pessoas precisam ser autênticas! O mundo precisa de gente como você, que ri, que chora, que pensa, que pinta o cabelo de verde, que usa a roupa que gosta, porque gosta.

Os autênticos tem a vida mais rica, são mais seguros, emprestam seu colorido à humanidade. Nada mais chato do que a pessoa que só abre a boca depois que a maioria já se posicionou. Nada mais triste do que a pessoa que precisa perguntar para a outra o que ela pode ou não achar.

Quando somos adolescentes, queremos pertencer a uma turma. Então, fazemos tudo que o bando faz, mesmo que estejamos errando. Olhe para meninas de 15 anos saindo da escola. Repare como todas usam as mesmas calças, colocam o batom da mesma cor e penteiam o cabelo da mesma forma. Normal, para essas pessoinhas que estão formando sua identidade. Para mulheres maduras, já não cai tão bem assim. Imagine se todo mundo fosse igual…Não haveria Grenal, não haveria Flaflu, não haveria Copa do Mundo! Se todos fossem  iguais, não teria sentido as novelas, os livros, só existiriam restaurantes e bares de um tipo. Se nós fôssemos iguais, a comida seria sempre a mesma, porque ninguém experimentaria outros sabores. Se todos fossem iguais, não haveriam novidades e os dias seriam todos iguais.

Faz anos vive uma situação que seria cômica, se não fosse triste. Meu colega de trabalho havia pedido uma reunião de setor para explicar algumas modificações na empresa que eu trabalhava. O chefe marcou a tal reunião mas teve que desmarcar. O colega virou-se para mim e perguntou: isso é bom para nós, Cláudia? Eu respondi que não sabia da vida dele, mas que para mim era excelente, já que tinha que acabar um relatório (essa história foi muito transformada para que as pessoas envolvidas não sejam identificadas).

É…Duro né?

Você pode ser…você mesma, com suas dores e seus amores, com suas habilidades e suas “faltas de aptidão”, com suas características positivas e nem tanto. É esse pout-porri de gestos, de jeitos, de cheiros e de cores que te fazem bela e única.

Não, você não é a esquisitona do bairro não! É quem o diz. É quem não tolera o que é natural de cada um. É o bobalhão que se acha “normal”. Normalidade? Faz anos que eu não sei o que é isso! 🙂 Faz anos que aprendi que todo mundo é bacana, cada um com os seus porquês.

Meu avô era um homem engraçadíssimo, amoroso e zombeteiro ao mesmo tempo. Ele costumava dizer algo muito sábio: “em matéria de principalmente, cada um cada qual, mesmo porque ora bolas! Você não acha?”. Tradução: quando algo é importante, cada pessoa sabe de si, cada pessoa entende de seu próprio gostar e querer. Não dizia tudo, esse meu avô?

Trate a você mesma da mesma forma que trata aquelas pessoas que ama, já disse Seiiti Arata. Você não ama seus filhos do jeito que são? E aquela amiga muito especial, você não a trata com muito carinho? Faça o mesmo por você.Assuma que suas diferenças são as melhores coisas da vida. Não peça desculpas por ser que é. Não deixe que o outro viva a sua vida e determine seus passos. Ninguém é melhor do que você.

Olhem essa gostosura de video e me digam: ser diferente é ou não é bacana?

Beijos grandes!

 

 

[Agora é moda] Distopia

Sabe quais são as palavras que mais ouvi nesses últimos meses? A primeira é crise. Como não falar dela, não é mesmo? […]

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